quinta-feira, 2 de julho de 2015

DEFESA DE JOSÉ DIRCEU PEDE HABEAS CORPUS PREVENTIVO PARA EVITAR PRISÃO

A defesa de José Dirceu entrou, nesta quinta-feira (2), na Justiça com um pedido de habeas corpus preventivo para tentar evitar a prisão do ex-ministro na Operação Lava Jato.
Na delação premiada, o empresário Milton Pascowitch disse que pagou propina a José Dirceu. O advogado Roberto Podval negou a participação de Dirceu no esquema. Segundo Podval, o dinheiro pago pelo empresário foi fruto de trabalho do ex-ministro, que cumpre pena por corrupção ativa no caso do mensalão do PT.
“Juridicamente falando, não tem nenhum fundamento para uma prisão. Ele está preso numa prisão domiciliar em Brasília, portanto, fugir não pode. Está lá. A prisão por antecipação, a prisão preventiva, é um tipo de prisão que só serve para cessar uma atividade criminosa, para tirar um sujeito criminoso da sociedade. Não é o que a gente está vendo. As pessoas estão sendo presas quase como para dar o exemplo para acalmar a ira social. Eu diria a ira social tem que ser acalmada pela tranquilidade jurídica”, diz Roberto Podval, advogado de José Dirceu.
O pedido de habeas corpus está sob sigilo. E vai ser analisado pelo juiz Nivaldo Brunoni, do Tribunal Regional Federal, em Porto Alegre. 
site: da globo

AGUIRRES: O PROFESSOR GIRAFALES PASSA POR GRANDES DIFICULDADES FINANCEIRA

O Professor Girafales, em “Chaves”, precisou pôr à venda uma casa que tem na cidade mexicana Villa de Tepetlaoxtoc para comprar remédios.


Com problemas de saúde, ele e a esposa, Consuelo De Los Reyes, anunciaram a venda do imóvel na internet. O ator, que teve que deixar o hospital onde se tratava de um problema na vesícula por não ter condições financeiras de pagar pelos serviços médicos, pede a quantia de 7 milhões de pesos (cerca de R$ 1,4 milhão).





Aguirre, que está com 81 anos, também tenta vender uma pequena fazenda que tem no México, por cerca de R$ 590 mil.

Recentemente, o ator pediu ajuda à emissora de TV Televisa, que transmitia o seriado do qual ele fazia parte. Ele pedia auxílio no pagamento de suas dívidas hospitalares, mas não foi atendido.

A VIOLÊNCIA: SEM LIMITE NOS INHAMUNS MAIS UMA EXECUÇÃO EM TAUÁ

Um homicídio a bala foi praticado por volta das 10:30h da manhã desta quinta-feira, 02, na Rua Francisco Misael Cavalcante, centro da cidade de Tauá. Segundo as primeiras informações, um rapaz de nome Francisco Wilton Ferreira de Sousa, 35 anos, estava em uma borracharia quando dois homens não identificados chegaram em uma moto e um deles efetuou pelo menos 3 disparos contra a vítima, que morreu no local.
A dupla fugiu pelas margens do Rio Tricy e foi perseguida pela Polícia que ainda está realizando diligências para tentar identificar os executores. Uma grande aglomeração se formou no local do crime, que foi isolado por agentes da AMT, Pró-cidadania e PM.
O rabecão da Perícia Forense foi acionado e conduziu o corpo para o IML.
Wilton é filho do servidor público Cícero e reside ao lado da Igreja Matriz de Tauá.
A causa do crime ainda é desconhecida.
Aguardem mais informações.
FONTE: BLOG DO WILRISMAR

CORPO CONTINUA SEM IDENTIFICAÇÃO NO IML DE TAUÁ

Continua Sem identificação no núcleo de perícia forense dos inhamuns,em Tauá, o corpo encontrado carbonizado a cerca de  um mês e 10 dias próximo a localidade de bom nome,divisa dos municipios de Aiuaba e Parambu.

O mesmo tem uma tatuagem no braço esquerdo com o nome IRENE outra na parte de cima da mão com uma caveira tipo de aviso de tóxico, outra na perna com 3 cartas de baralho e uma outra estilo tribal.O rapaz usava uma pulseira de tecido nas cores vermelha, amarela e Verde na perna direita.
FONTE:blog do edy

CÂMARA APROVA EM PRIMEIRO TURNO PEC DA MAÍORIDADE PENAL

Um novo texto para a Proposta de Emenda Constitucional da redução da maioridade penal (PEC 171/93) foi aprovado na madrugada desta quinta-feira (2) no Plenário da Câmara dos Deputados. Foram 323 votos a favor, 155 contrários e 2 abstenções. Em 24 horas, um acordo entre líderes, articulado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), possibilitou a virada no placar. Na noite de terça para quarta, texto semelhante havia sido rejeitado pelos deputados, com 303 votos favoráveis e 184 contrários. Por se tratar de uma PEC, são necessários 308 votos - 3/5 dos 513 deputados - para aprovação.
O texto aprovado nesta quinta-feira estabelece redução da maioridade penal, de 18 para 16 anos, nos casos de crimes hediondos (estupro, sequestro, latrocínio, homicídio qualificado e outros), homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.
A proposta precisa passar por mais um turno na Câmara para seguir para avaliação do Senado. FONTE: SITE DA ÉPOCA

quarta-feira, 1 de julho de 2015

REALIZADO COM SUCESSO MAIS UM PARAMBU JUNINO 2015



Duas grandes atrações, Bandas Bota Pra Moer e Mala Sem Alça, abriram na noite deste sábado, dia 27 de Junho, o PARAMBU JUNINO 2015, uma das mais tradicionais festas da Região.
Já no domingo, dia 28 de junho, mais de 10 mil pessoas lotaram a Avenida Salustrina Henrique para participar do grande show do cantor sertanejo Leonardo e a grande banda Forró Real.
 Leonardo emocionou a todos com as suas belas músicas em 02 horas de Show, emocionante e inesquecível.
 Em seguida foi a vez da super banda Forró Real que empougou a todos em um belo show.
Parambuenses e visitantes vindos de vários cantos do país festejaram a grande festa de confraternização realizada pela Administração Construindo Um Novo Tempo.
 Foi mais um Evento pra ficar na história de Parambu. FONTE: BLOG DO LENNO
FOTO:PM DA SILVA

FOTO:PM DA SILVA

FOTO:PM DA SILVA

FOTO:PM DA SILVA




CÂMARA REJEÍTA PEC DA REDUÇÃO DA MOIORIDADE PENAL

Foi rejeitado o texto de autoria da comissão especial sobre o tema. Em data a ser definida, os deputados ainda poderão votar o texto original da proposta, que reduz a maioridade para todos os tipos de crimes.
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão extraordinária para discussão e votação da PEC da maioridade penal (PEC 171/93)
Plenário teve debate acirrado sobre a PEC. Na votação, foram 303 votos a favor, quando o mínimo necessário eram 308.
O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou, na madrugada desta quarta-feira (1º), o texto da comissão especial para a PEC que reduz a maioridade penal (PEC 171/93). Foram 303 votos a favor, quando o mínimo necessário eram 308. Foram 184 votos contra e 3 abstenções.
A discussão, no entanto, ainda não se encerrou, avisou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Ele lembrou que o Plenário ainda tem de votar o texto original da proposta ou outras emendas que tramitam em conjunto.
“Eu sou obrigado a votar a PEC original para concluir a votação ou o que os partidos apresentarem. No curso da votação, poderão ser apresentadas várias emendas aglutinativas. A votação ainda está muito longe de acabar, foi uma etapa dela”, disse Cunha.
Ainda não há data para a retomada da discussão. Eduardo Cunha disse que a proposta poderá voltar à pauta na semana que vem ou, se isso não for possível, no segundo semestre. Antes do recesso, o Plenário ainda precisa votar o segundo turno da PEC da Reforma Política.
A proposta rejeitada reduziria de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, como estupro, latrocínio e homicídio qualificado (quando há agravantes). O adolescente dessa faixa etária também poderia ser condenado por crimes de lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte e roubo agravado (quando há uso de arma ou participação de dois ou mais criminosos, entre outras circunstâncias). O texto original, que pode ir à votação, reduz a maioridade para 16 em todos os casos.
A decisão apertada – faltaram 5 votos para aprovar a proposta – foi recebida com gritos por deputados e manifestantes das galerias, que cantaram “Pula, sai do chão, quem é contra a redução” e outras palavras de ordem. A sessão chegou a ser suspensa pelo presidente da Câmara para que as galerias fossem esvaziadas.
O relator da proposta, deputado Laerte Bessa (PR-DF), lamentou o resultado. “Infelizmente, nós perdemos. Eu fico triste, como parlamentar, e mais ainda como cidadão”, disse o deputado.
Bessa avaliou que as chances de vitória na PEC original são reduzidas. “O acordo foi feito com base nesse substitutivo”, explicou.
Reforma do ECA
O debate da PEC foi acirrado. Foram mais de três horas de discussão em um Plenário dividido, mas com uma opinião em comum: todos os discursos reconheceram que o Brasil enfrenta problemas no controle da criminalidade e que o Congresso precisa ampliar o debate.
Para os deputados contrários à PEC, a solução não está no julgamento de menores entre 16 e 17 anos como adultos, mas na revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para aumentar o tempo de internação do jovem infrator no sistema atual de medida socioeducativa.
Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), a revisão do ECA deve ser prioridade da Câmara. “Agora é dialogarmos para, imediatamente, colocarmos em funcionamento a comissão especial de reforma do ECA. O governo apresentou uma proposta que amplia o prazo de internação, coloca mais rigidez para quem utiliza menores para cometer crimes contra a vida e separa os que cometem crimes contra a vida dos demais”, disse.
O deputado Tadeu Alencar (PSB-PE) lembrou que, nos últimos dez anos, o Congresso aprovou diversas leis aumentando o tempo de pena de diversos crimes, mas ainda assim a violência não diminuiu. “O que reduz a violência é a certeza da aplicação dessa pena. Para oferecer ao Brasil uma solução adequada, é preciso fazer um diagnóstico. E vai se chegar à conclusão de que ela é fruto da exclusão”, disse.
Para o líder do Pros, deputado Domingos Neto (CE), uma reforma no ECA poderia garantir a aplicação mais rápida de uma pena ao adolescente infrator, já que o processo é mais rápido do que o previsto no Código Penal. “Se punido pelo Código Penal, um jovem poderia estar solto em um ano e meio por progressão da pena, mas, se mudarmos o ECA, ele poderá cumprir pena de até 8 anos”, disse.
Domingos Neto afirmou ainda que a mudança legal precisa vir acompanhada de investimentos do governo federal nas instituições de internação.
Educação
Os deputados do PT, contrários ao texto, enfatizaram o discurso de que o jovem precisa de mais educação. “Não ofereçam a desesperança dos presídios, que não têm melhorado a vida de ninguém, a jovens que podemos resgatar”, apelou a deputada Maria do Rosário (PT-RS).
O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) ressaltou que a redução da maioridade penal vai na contramão das experiências mundiais e não tem estudos a seu favor. “A reincidência entre os que cumprem pena no sistema prisional é de 70%, enquanto a reincidência entre os que cumprem medida socioeducativa é de apenas 36%”, disse.
Deputados também demonstraram preocupação com o efeito da regra em outras normas em vigor, como a idade mínima para dirigir, leis sobre exploração sexual e a proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores. A preocupação foi levantada pelo deputado Glauber Braga (PSB-RJ). “Precisamos avaliar o valor da repercussão que essa decisão pode ter sobre outras áreas do mundo do direito – como a ampliação do direito de dirigir a partir dos 16”, disse.
Defesa da PEC
Defensores da redução da maioridade se ampararam nos casos de crimes violentos entre jovens de 16 e 17 anos para pedir a redução da idade mínima. Para o deputado Capitão Augusto (PR-SP), os jovens que seriam afetados pela proposta são “marginais”, não “garotos inocentes”. “O ECA é fraco, não pune, tanto é que, após atingir a maioridade penal, esse marginal sai com ficha limpa, independentemente dos crimes bárbaros que tenha praticado”, disse.
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), destacou que o foco da proposta era punir crimes contra a vida. “É um texto que tem equilíbrio, propõe a redução apenas para os casos graves, sobretudo os crimes contra a vida. Suprimir uma vida é injustificável na idade e na classe social que for”, disse.
Deputados também citaram pesquisa do Instituto Datafolha que apontou 87% da população favorável à redução da maioridade penal. "É um desejo do povo brasileiro. Quase 90% da população brasileira, nas pesquisas, exige essa redução”, disse o relator da proposta, deputado Laerte Bessa (PR-DF).
Participação intensa
A disputa sobre a PEC da Maioridade Penal começou no início da semana, quando estudantes contrários à PEC se instalaram no gramado do Congresso Nacional. Os estudantes acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a presença nas galerias do Plenário. Nesta terça-feira, houve tumulto entre manifestantes, parlamentares e policiais legislativos em alguns pontos da Câmara dos Deputados.
O acesso às galerias foi autorizado a um número reduzido de pessoas, por meio de senhas distribuídas por partidos. Manifestantes favoráveis e contrários acompanharam toda a votação de maneira pacífica, munidos de cartazes e camisetas.
Parlamentares também se utilizaram de cartazes para expressar a opinião. Os deputados do Psol levantaram cartazes dizendo “Redução não é a solução”, enquanto o deputado Silas Freire (PR-PI) levou uma faixa para dizer que a redução é uma resposta a crimes como o estupro de meninas no Piauí. Vários deputados também usaram camisetas declarando a posição. FONTE: SITE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS